PRINCÍPIO DA PURIFICAÇÃO

É previsível que o acúmulo de nuvens no céu precede uma tempestade. Se ingerirmos uma quantidade em excesso ou um alimento estragado, o nosso organismo promoverá uma ação de eliminação. A inspiração de um ar poluído poderá provocar, o que chamamos, de tosse ou espirro. Todas estas são formas naturais de eliminação de impurezas a que estamos sujeitos, não havendo nada que possamos fazer para impedi-las. Trata-se de um princípio universal.

 

Além dos conhecidos exemplos citados acima, este princípio, que se aplica igualmente em outros setores, nem sempre é percebido pelo ser humano. Há impurezas que se acumulam no uso do solo, na relação com o dinheiro, nas relações familiares ou profissionais e até na maneira como pensamos ou sentimos. Também podemos gerar impurezas na forma como lidamos com o fator tempo e com o afastamento do cumprimento de nossa missão. Em todas estas situações, o acúmulo de impurezas gera, como consequência, ações purificadoras, na maior parte das vezes, indesejáveis. Aparentemente, elas poderiam ser consideradas ruins. No entanto, a limpeza é o caminho para se retornar ao estado natural e é condição essencial para que realizemos os nossos maiores objetivos.

 

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