PRINCÍPIO RESILIÊNCIA

Da mesma maneira que o bambu não teria a sua resistência sem os nós, não seríamos o que somos, se não tivéssemos tido obstáculos e dificuldades em nossa trajetória. Não há quem não tenha tido que enfrentar situações que pareceram, no momento, intransponíveis, mas que ao final foram ultrapassadas e serviram para fortalecer.

 

As crises têm um papel imprescindível na evolução da história e também em nossas vidas individuais. Normalmente, elas precedem momentos de crescimento e dão início a novos ciclos. É comum que sejam as crises e as adversidades que nos impulsionem para caminhos que, normalmente, hesitaríamos, mas que seguimos, levados pelas circunstâncias. Assim, as dificuldades carregam, em sua essência, oportunidades. Elas nos oferecem grandes treinamentos, como a resiliência, sem os quais seríamos seres frágeis, sujeitos aos ventos e às correntes para qualquer direção.

 

A resiliência, no entanto, não se constrói apenas de fora para dentro, pelos acontecimentos e desafios externos. Talvez a parte mais importante seja como a encaramos. Como a nossa mente reage diante de uma adversidade? O que falamos para nós mesmos quando a vida nos diz um não? Quando nossos sonhos e planos são adiados? Quando os nossos resultados são aquém de nossas expectativas?

 

Da mesma forma que um desportista treina as suas habilidades para atingir novas marcas, muitas vezes, após inúmeras tentativas, precisamos treinar a nossa mente para transformar problemas em desafios fortalecedores. Não é o mesmo que resignação, pois, neste caso, não estimulamos o nosso cérebro a buscar caminhos e a encontrar soluções. A verdadeira resiliência faz de cada dificuldade um motivo a mais para melhorarmos a nós mesmos e seguirmos em frente.

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